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SOBRE MIM

A Dona das Memórias
Posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania, depende de quando, e como voce me vê Passar!

Curitiba-Pr
Administradora de Empresas
Geminiana com ascendente em Aquário

EU x EU
METAS 2006

Terça-feira, Dezembro 13, 2005

OUVIR VOCÊ

VER VOCÊ

E ATÉ O SIMPLES FATO DE SABER QUE VOCÊ EXISTE

SERÁ SEMPRE UM RISCO PARA MEU CORAÇÃO


Soraya Medeiros




"Mesmo se fosse uma estrela no céu,

mesmo se fosse uma estrela do mar,

a minha vida eu fiquei te esperando,

agora não vou deixar vc me escapar"

Samuel Mahfoud


Postado por Eu mesma às 4:00 PM


... " E é como um encanto,

Talvez o mesmo que corrompeu Adão no Paraíso

E perdoem-me os que crêem na maldade da serpente

Tenho-lhe enorme gratidão!


Postado por Eu mesma às 3:58 PM

Não é por que eu sei que ele não virá que eu não veja a porta já se abrindo
E que eu não queira tê-lo, mesmo que não tenha a mínima lógica esse raciocínio
Não é que eu esteja procurando no infinito a sorte
Para andar comigo
Se a fé remove até montanhas, o desejo é o que torna o irreal possível

(Adap.Nando Reis)


Postado por Eu mesma às 3:56 PM

O NANDO REIS SEMPRE ME ENTENDE .... ELE COMPÔS O QUE EU QUERIA DIZER

Não é porque eu sujei a roupa bem agora que eu já estava saindo
Nem mesmo por que eu peguei o maior trânsito e acabei perdendo o cinema
Não é por que não acho o papel onde anotei o telefone que estou precisando
Nem mesmo o dedo que eu cortei abrindo a lata e ainda continua sangrando
Não é por que fui mal na prova de geometria e periga d'eu repetir de ano
Nem mesmo o meu carro que parou de madrugada só por falta de gasolina
Não é por que tá muito frio, não é por que tá muito calor
O problema é que eu te amo
Não tenho dúvidas que com você daria certo
Juntos faríamos tantos planos
Com você o meu mundo ficaria completo
Eu vejo nossos filhos brincando
E depois cresceriam, e nos dariam os netos
A fome que devora alguns milhões de brasileiros
Perto disso já nem tem importância
A morte que nos toma a mãe insubstituível de repente
Dela eu já nem me lembro
A derrota de 50 e a campanha de 70 perdem totalmente o seu sentido,
As datas, fatos e aniversários passam
Sem deixar o menor vestígio
Injúrias e promessas e mentiras e ofensas caem fora
Pelo outro ouvido
Roubaram a carteira com meus documentos
Aborrecimentos que eu já nem ligo
Não é por que eu quis e eu não fiz
Não é por que não fui
E eu não vou
O problema é que eu te amo
Não tenho dúvidas que eu queria estar mais perto
Juntos viveríamos por mil anos
Por que o nosso mundo estaria completo
Eu vejo nossos filhos brincando
Com seus filhos que depois nos trariam bisnetos
Não é por que eu sei que ela não virá que eu não veja a porta já se abrindo
E que eu não queira tê-la, mesmo que não tenha a mínima lógica esse raciocínio
Não é que eu esteja procurando no infinito a sorte
Para andar comigo
Se a fé remove até montanhas, o desejo é o que torna o irreal possível
Não é por isso que eu não possa estar feliz, sorrindo e cantando
Não é por isso que ela não possa estar feliz, sorrindo e cantando
Não vou dizer que eu não ligo, eu digo o que eu sinto e o que eu sou
O problema é que eu te amo
Não tenha dúvidas, pois isso não é mais secreto
Juntos morreríamos, pois nos amamos
E de nós o mundo ficaria deserto
Eu vejo nossos filhos lembrando
Com os seus filhos que já teriam seus netos


Postado por Eu mesma às 3:52 PM

Segunda-feira, Dezembro 12, 2005

É triste perceber que quem tanto me importa não olha por mim, apenas me vê.
Não altera em nada sua lista de prioridades quando preciso de socorro, atenção.
Apenas (depois, sempre depois) desculpa-se. Diz que as coisas estão complicadas.
Está constantemente ocupado, atrapalhado. Sempre se sai com ótimos motivos para não ter ido, feito, acompanhado. Conhece meus gostos, minhas neuras, o porquê do riso rasgado.
Sabe o número do meu telefone, onde vivo, mas mora num outro universo, do qual não tenho o endereço,nem pertenço:
É péssimo notar que sou pouco para quem é muito pra mim.
E não se trata de desdém, nem de rancor. É mais sutil e menos óbvio, por isso tão doído (sei que o carinho existe, mas anda tímido).
Pode até me surpreender com telefonemas, e-mails, conversas à toa, mas não está presente nos momentos críticos da minha vida.
Torna-se incomunicável, desaparece. Não fica ao meu lado. Não pega o lenço para que eu possa continuar chorando, sem medo de julgamentos.
Não traz da cozinha a garrafa da minha bebida preferida para comemorarmos.
Não me abraça quando faltam palavras, não me afaga quando elas não bastam.
Sei que aquela pessoa, tal qual a recordo, existiu, só não sei em que ponto deixou de ser real para se tornar um holograma da minha mente. Uma suspeita de surto:
será que me enganei desse jeito? Talvez não tenha me enganado, apenas o tempo nos tenha tornado diferentes demais e já não andemos na mesma direção. Talvez.

Hoje me sinto assim... abandonada por você...
Quem sabe um dia ainda andaremos juntos na mesma estrada???

Já era
Nunca sabemos ao certo quando deixamos de ser importantes
Por Ailin Aleixo


Postado por Eu mesma às 9:18 AM